Policiais da Companhia de Polícia de Ações
em Caatinga (CPAC) se fizeram presentes nas ruas de Feira
de Santana no início da manhã desta sexta-feira
(3). Segundo o coronel Hélio Gondim, comandante do
CPLR em Feira de Santana, a ação deverá
resgatar a sensação de segurança da
população. Ele afirmou que estes policiais
se juntarão a tropas da PM de Feira de Santana. Com
isso, o coronel dá a entender que a adesão
à greve em Feira de Santana não foi total.
Até as 8h10 desta sexta-feira poucas
lojas do centro comercial tinham aberto as portas, mas a
expectativa é que o comércio funcione. Mas,
para isso, espera-se a volta do serviço de transporte
coletivo, suspenso no final da tarde de ontem, decisão
adotada pelas empresas do setor devido ao clima de insegurança
que se instalou na cidade.
Em nota, o Governo do Estado disse que o
Comando da Polícia Militar da Bahia reforçou
o policiamento nas cidades de Feira de Santana e Ilhéus.
A iniciativa, diz a nota, “foi tomada em virtude do
clima de tensão gerado por atos de vandalismos causados
por manifestantes em greve”.
Em Feira de Santana foram deslocadas viaturas da Companhia
Independente de Policiamento Especializado (CIPE) Litoral
Norte. Já em Ilhéus foram enviadas equipes
da CIPE Cacaueira. O objetivo é intensificar o policiamento
e garantir a segurança nestes municípios.
O sindicalista Marcos Prisco, presidnete
da Associação de Policiais e Bombeiros e de
seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra-Ba), principal
entidade de sustentação da greve, voltou a
afirmar esta manhã em programas de rádio de
Feira de Santana que a categoria vai manter a greve, mesmo
com a decisão da Justiça que considerou o
movimento ilegal.
Feira Hoje
3/2/12